«No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus» – Gregório Narek, monge

Leituras Bíblicas
“Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna” (João 6,68)!
Dia 26 de Outubro de 2009
Segunda-feira da 30ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : Santo Evaristo, papa, mártir, +107 – Leia sua vida clicando:
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Ver comentário abaixo:
Gregório de Narek : «No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus»

Carta aos Romanos 8,12-17:

Portanto, irmãos, somos devedores, mas não à carne, para vivermos de acordo com a carne. É que, se viverdes de acordo com a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito fizerdes morrer as obras do corpo, vivereis. De fato, todos os que se deixam guiar pelo Espírito, esses é que são filhos de Deus. Vós não recebestes um Espírito que vos escravize e volte a encher-vos de medo; mas recebestes um Espírito que faz de vós filhos adotivos. É por Ele que clamamos: Abbá, ó Pai! Esse mesmo Espírito dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos de Deus, somos também herdeiros: herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, pressupondo que com Ele sofremos, para também com Ele sermos glorificados.

Livro de Salmos 68,2.4.6-7.20-21:

Levanta-se Deus: os seus inimigos dispersam-se e fogem diante dele os que o odeiam.
Mas os justos se alegram e rejubilam; diante de Deus exultam de alegria.
Ele é pai dos órfãos e defensor das viúvas, o Deus que habita no seu santo templo.
Deus prepara uma casa para os desamparados e liberta aqueles que estão prisioneiros; mas os rebeldes viverão em temor.
Bendito seja o Senhor, dia após dia; Ele cuida de nós; Ele é o Deus da nossa salvação.
Ele é o nosso Deus, é um Deus que salva. Na verdade, o SENHOR Deus é aquele que nos livra da morte!

Evangelho segundo S. Lucas 13,10-17:

Um dia de sábado, ensinava Jesus numa sinagoga. Estava lá certa mulher doente por causa de um espírito, há dezoito anos: andava curvada e não podia endireitar-se completamente. Ao vê-la, Jesus chamou-a e disse-lhe: «Mulher, estás livre da tua enfermidade.» E impôs-lhe as mãos. No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus. Mas o chefe da sinagoga, indignado por ver que Jesus fazia uma cura ao sábado, disse à multidão: «Seis dias há, durante os quais se deve trabalhar. Vinde, pois, nesses dias, para serdes curados e não em dia de sábado.» Replicou-lhe o Senhor: «Hipócritas, não solta cada um de vós, ao sábado, o seu boi ou o seu jumento da manjedoura e o leva a beber? E esta mulher, que é filha de Abraão, presa por Satanás há dezoito anos, não devia libertar-se desse laço, num sábado?» Dizendo isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e a multidão alegrava-se com todas as maravilhas que Ele realizava.

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Gregório de Narek (c. 944-c. 1010), monge e poeta arménio
Livro de Orações, n.°18 (a partir da trad. SC 78, p. 123 rev.)

«No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus»

Houve um tempo em que eu não estava presente, e Tu criaste-me.
Eu não tinha orado, e Tu, Tu fizeste-me.
Eu não tinha ainda vindo à luz, e no entanto viste-me.
Eu não tinha aparecido, e no entanto tiveste piedade de mim.
Eu não Te tinha invocado, e no entanto tomaste-me ao Teu cuidado.
Eu não Te tinha feito qualquer sinal, e no entanto olhaste para mim.
Eu não Te tinha dirigido qualquer súplica, e no entanto tiveste misericórdia para comigo.
Eu não tinha articulado o mínimo som, e no entanto ouviste-me.
Eu não tinha sequer suspirado, e no entanto a tudo estiveste atento.

Sabedor do que ia acontecer-me neste tempo presente
Não me votaste ao desprezo.
Considerando, com Teus previdentes olhos,
Os erros deste pecador que eu sou,
Vieste contudo a modelar-me.
Sou agora este ser que Tu criaste,
Que salvaste,
Que foi alvo de tanta solicitude!
Que a ferida do pecado, suscitada pelo Acusador,
Não me perca para sempre! […]

Presa, paralisada,
Curvada como a mulher que sofria,
A minha alma infeliz, impotente, não consegue reerguer-se.
Sob o peso do pecado, ela fixa-se à terra,
Com as pesadas cadeias de Satã […]
Inclina-Te, ó Misericordioso único, sobre mim,
Esta pobre árvore que pensa que caiu.
A mim, que estou seco, faz-me reflorir
Em beleza e esplendor,
Segundo as palavras divinas do santo profeta (Ez 17,22-24) […]
Tu, Protector único,
Digna-Te lançar sobre mim um olhar
Vindo da solicitude do Teu indizível amor […]
E do nada criarás em mim a própria luz (cf. Gn 1,3).

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