Jesus à mesa com os fariseus – Bem-aventurado Guerric d’Igny, monge cisterciense

 
Leituras Bíblicas

“Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68)!

Dia 29 de outubro de 2010

Sexta-feira da 30ª semana do Tempo Comum

A Igreja celebra hoje: Caetano Errico, Bem-aventurado (1791-1860 – Leia sua vida clicando: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=29&Mes=10

Hoje a Igreja também celebra Bem-aventurada Chiara Luce BadanoLeia sua vida clicandohttp://diocesedeblumenau.org.br/detalhe_00500.php?cod_select=2562&cod_002=5 

Carta aos Filipenses 1,1-11:

Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com seus bispos e diáconos:
a vós a graça e a paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo!
Todas as vezes que me lembro de vós, idou graças ao meu Deus,
sempre, em toda a minha oração por todos vós. É uma oração que faço com alegria,
por causa da vossa participação no anúncio do Evangelho, desde o primeiro dia até agora.
E é exatamente nisto que ponho a minha confiança: aquele que em vós deu início a uma boa obra há de levá-la ao fim, até ao dia de Cristo Jesus.
É justo que eu tenha tais sentimentos por todos vós, pois tenho-vos no coração, a todos vós que, nas minhas prisões e na defesa e consolidação do Evangelho, participais na graça que me foi dada.
Pois Deus é minha testemunha de quanto anseio por todos vós, com a afeição de Cristo Jesus.
E é por isto que eu rezo: para que o vosso amor aumente ainda mais e mais em sabedoria e toda a espécie de discernimento,
para vos poderdes decidir pelo que mais convém, e assim sejais puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo,
repletos do fruto da justiça, daquele que vem por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.

Livro de Salmos 111(110),1-2.3-4.5-6:

Louvarei o Senhor de todo o coração, no conselho dos justos e na assembleia.
Grandes são as obras do Senhor, dignas de meditação para quem as ama.
As suas obras têm majestade e esplendor; a sua justiça permanece para sempre.
Deixou-nos um memorial das suas maravilhas. O Senhor é bondoso e compassivo;
dá sustento aos que o temem e jamais se esquece da sua aliança.
Revelou ao seu povo o poder das suas obras, dando-lhe a herança das nações.

Evangelho segundo S. Lucas 14,1-6:

Tendo entrado, num sábado, em casa de um dos principais fariseus para comer uma refeição, todos o observavam.
Achava-se ali, diante dele, um hidrópico.
Jesus, dirigindo a palavra aos doutores da Lei e fariseus, disse-lhes: «É permitido ou não curar em dia de sábado?»
Mas eles ficaram calados. Tomando-o, então, pela mão, curou-o e mandou-o embora.
Depois, disse-lhes: «Qual de vós, se o seu filho ou o seu boi cair num poço,
não o irá logo retirar em dia de sábado?» E a isto não puderam replicar.

Comentário ao Evangelho do dia feito por
Bem-aventurado Guerric d’Igny (c. 1080-1157), monge cisterciense
(a partir da trad. Bouchet, Lectionnaire, p. 299)

Jesus à mesa com os fariseus

O Criador eterno e invisível do mundo, dispondo-Se a salvar o gênero humano que se arrastava ao longo dos tempos sujeito às duras leis da morte, «nestes tempos que são os últimos» (Hb 1,2) dignou-Se encarnar […], para resgatar, na Sua clemência, os que na Sua justiça havia condenado. Para mostrar a profundidade do Seu amor por nós, não apenas Se fez homem, mas homem pobre e humilde, para que, ao aproximar-Se de nós na Sua pobreza, nos levasse a ter parte nas Suas riquezas (2Cor 8,9). Fez-Se tão pobre por nós, que não tinha onde repousar a cabeça: «As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça» (Mt 8,20).

Foi por isso que aceitou ir comer uma refeição com os que O convidaram, não pelo gosto imoderado da comida, mas para aí ensinar a salvação e suscitar a fé. E encheu os convivas de luz pelos Seus milagres. E os servos, que estavam ocupados no interior e não tinham a liberdade de chegar perto Dele, ouviram a palavra da salvação. Com efeito, Ele não menosprezava ninguém, ninguém era indigno do Seu amor porque «Vós tendes compaixão de todos, […] amais tudo o que existe, e não aborreceis nada do que fizestes» (Sb 11,23-24).

Portanto, para realizar a Sua obra de salvação, o Senhor entrou, num sábado, na casa de um fariseu importante. Os escribas e os fariseus observavam-No para O poderem repreender, a fim de que, se Ele curasse o hidrópico, O poderem acusar de violar a Lei e, se não o curasse, O acusarem de impiedade ou fraqueza. […] Pela luz puríssima da Sua palavra de verdade, viram desvanecerem-se todas as trevas da sua mentira.

 

 

 

 

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